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ברוך ה"ה







giovedì 1 marzo 2018

BRASIL, UM PAÍS MISERÁVEL COM PRECONCEITO LINGUÍSTICO: MORO E A LÍNGUA PORTUGUESA! - por Pietro Nardella-Dellova

Resumo da Semana: BRASIL, UM PAÍS MISERÁVEL COM PRECONCEITO LINGUÍSTICO!
por Pietro Nardella-Dellova
Enviaram-me, aliás, marcaram meu perfil, em um meme/post (sei lá o quê) sobre o sr. Moro. No meme/post, demonstrava-se uma grande "preocupação" com o uso equivocado da gramática pelo mesmo Moro (em certo programa de televisão). Na sua fala, Moro usou "haviam" quando o correto é "havia"; "câmera dos deputados" no lugar de "câmara dos deputados". Ainda, o meme/post colocava uma "grande" dúvida sobre a legitimidade do "doutorado" de Moro que, segundo o mesmo meme/post, fora realizado em "apenas" três anos.
Vejam. Essa coisa quase cocô, porque é uma coisa quase cocô, é o meio pelo qual muitos (muitos!) encontram a oportunidade de atacar Moro. É briga de bigatos! Por quê? Porque o uso do "haver" errado, ou de equívocos quanto a "câmera" ou "câmara", não faz realmente Moro se tornar um ser desprezível.
O brasil(eiro), de forma geral, não conhece a sua própria Língua. Moro é brasil(eiro), logo, Moro não conhece a própria Língua. Isso não o torna desprezível, mas igual aos seus compatriotas.
Fizeram o mesmo com Dilma Rousseff, que é uma péssima oradora (e, não obstante, muito gente e digna!). E, basta um comentário de Merval Pereira (dele que é estranhamente Membro da ABL - Academia Brasileira de Letras), seja na CBN ou na Globo News, para descobrirmos o que é realmente falar muito mal (ou mau?), sobretudo ele que não consegue a mínima coerência (e aderência) entre a ideia e a fala. Por último, Lula, o sindicalista, ex-presidente, atual candidato (em estado de condenação lavajatista) fala mal (e fala mau também!), embora fale melhor do que muitos da Academia e da Universidade, e muitas vezes melhor que seus pares sindicalistas. Um pouco mais. Ainda que gramaticalmente correto, inclusive com uso de pronomes de tratamento, os srs. Gilmar Mendes e Luis Barroso formam a dupla de Ministros "despirocados" na comunicação - um e outro não valem meio minuto quando se ofendem, porque ambos ofendem, na verdade, a inteligência jurídica, embora agradem, e muito, a cérebros futebolísticos, medíocres, noveleiros e churrasqueiros!
Isso tudo tem um nome: preconceito linguístico! É o arrotador gramatical falando mal (ou mau?) de outro arrotador gramatical.
O sr. Moro, saberemos no futuro bem próximo, será condenado por violar preceitos constitucionais, não a Gramática. O sr. Lula, ficará um tanto mal com a Esquerda, não porque tem sotaque nordestino ou porque seja titular ou possuidor do tríplex - o que não foi provado de modo algum, exceto pela fala indecente dos lavajatistas (até uma minhoca sabe disso!). Dilma tropeçará por ter fraquejado diante de Eduardo Cunha, não porque fala mal (ou mau?) e, muito menos, por ter dado pedaladas fiscais, que não deu (até os vermes da terra sabem disso!). Quanto ao doutorado de Moro... é melhor não tratar disso agora...porque eu partiria para a ofensa sem base gramatical...
Tudo isso é, realmente, o quadro de um país miserável, miserável até os ossos, em qualquer área e atividade, mas que se excita em condenar alguém pela fala ou uso errado do verbo "haver".
NOTA:
Por gentileza, não me enviem memes, nem marquem meus perfis, em montes de cocôs, fofocas, pornôs e pedidos de casamento! Tenho coisa mais séria para ler, tratar e gozar!
(Pietro Nardella-Dellova)

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