alla Filosofia Dialogica, Letteratura, Relazioni Internazionali, Scienze Interculturali, Diritti Umani, Diritto Civile e Ambientale, Pubblica Istruzione, Pedagogia Libertaria, Torah, Kabballah, Talmude, Kibbutz, Resistenza Critica e Giustizia Democratica dell'Emancipazione.



ברוך ה"ה







venerdì 16 febbraio 2018

Aula Magna: Frei Thiago Alexandre Hayakawa e Prof. Pietro Nardella Dellova: DIVERSIDADE RELIGIOSA

Aula Magna

DIÁLOGO (IN)PERTINENTE SOBRE A IMPORTÂNCIA DA DIVERSIDADE RELIGIOSA PARA O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO

com
Frei Thiago Hayakawa 
Prof. Pietro Nardella Dellova

1/3/2017, às 19:30

Curso de Direito
Universidade São Francisco
Campus Cambuí

martedì 6 febbraio 2018

CRISTIANE BRASIL, A HIPOCRISIA DE CÁRMEN LÚCIA E A MANADA EJACULANTE DE BOIS LINCHADORES, por Pietro Nardella Dellova

CRISTIANE BRASIL, A HIPOCRISIA DE CÁRMEN LÚCIA E A MANADA EJACULANTE DE BOIS LINCHADORES
A suspensão da Posse de Cristiane Brasil, como Ministra do Trabalho, deu-me até aqui uma certeza: o Judiciário, a mídia e boa parte da população, vivem de gosma e de hipocrisia!
Não cabe, neste caso, análise subjetiva, ou seja, gostar ou não da sra Brasil. A suspensão da Posse, que iniciou com o pedido de uma grupo de Advogados trabalhistas de Niterói, terminou, por sua vez, nas mãos da Ministra Carmen Lúcia. A iniciativa dos Advogados até se justifica (em certa e miserável medida, convenhamos!), pois são Advogados trabalhistas, mas quando chega às mãos da sra. Carmen Lúcia ganha o contorno final de uma grande e sonora hipocrisia. É hipocrisia da Carmen Lúcia, exatamente ela que deu voto a favor de Aécio Neves (pego em gravação criminosa). Se a sra. Cristiane Brasil tem, ou não, requisitos objetivos para assumir uma Pasta, é outra coisa, porém, até aqui, excetuando a hipocrisia, nada há que a impeça de assumir o cargo. Por que Carmen Lúcia beneficia o Aécio Neves e atropela a Cristiane Brasil? Porque Aécio é "pica grande", enquanto a sra Brasil é uma babaquinha, sobre a qual se pode praticar "atos" judiciais de hipocrisia.
Faz alguns dias, a Globo vem exibindo o vídeo da sra. Brasil com vários homens (sem camisa), no qual ela fala sobre seu caso e se defendendo. Para os "donos da moralidade global", ela cometeu quase um crime em aparecer pequenina entre homens gigantes. Desde domingo, a mesma Globo veicula um áudio em que a nomeada, sra. Brasil, fala a funcionários de uma Secretaria do Rio de Janeiro, pedindo apoio para votos. A Globo vê crime nisso. Ouvi três vezes os áudios e nada (eu disse: nada!), sugere constrangimento aos funcionários. Ela não ameaça os funcionários em momento algum - e nem zomba dos eleitores. É ridículo dizer isso sobre ela. Mas, a Globo, super "ética", que deve milhões para a Previdência, e outros milhões de impostos, patrocinada por Bancos, defensora diuturna da Reforma da Previdência, promotora da ruptura, digo, Impeachment, considera-se moralmente superior para julgar a sra. Brasil.
Confesso, a Cristiane Brasil, no meio de tudo isso, não cheira nem fede. Mas, o governo Temer, protegido pela sra Carmen Lúcia, sim, é criminoso. Enquanto Cármen Lúcia manifesta toda a sua hipocrisia, a sra Brasil não passa de "boi de piranha". Hipocrisia, hipocrisia e "outra coisa", movem a sra Cármen Lúcia e, no presente caso, atacar ou expor a Cristiane Brasil atende apenas a uma multidão de cérebros de minhoca, noveleiros, linchadores, fofoqueiros e massa de manobra. Se a Cristiane Brasil é "boi de piranha" nas mãos atuais da hipócrita Carmen Lúcia, a multidão que "ejacula" a cada ataque contra a Deputada, é manada, manada de bois, levada ao matadouro.
Esse país não é sério e suas "instituições" não são sérias!
Pietro Nardella-Dellova
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lunedì 5 febbraio 2018

APOLOGIA À TORTURA: ARTIGO 287 DO CÓDIGO PENAL (Bloco Porão do DOPS 2018)

APOLOGIA À TORTURA: ARTIGO 287 DO CÓDIGO PENAL

Mergulha em dias infelizes o desarranjo do nosso pluralismo axiológico (diversidade ética e de ideologias) que haveria de operar como sustentáculo de um Estado de Direito qualificado como “Democrático”. Julgo que a carnavalização alegórica da publicidade política é uma das grandes responsáveis por essa catástrofe. (De)formadores de opinião que se comportam como animadores de auditórios (agora digitais) obsessivamente cultivam uma subcidadania irresponsavelmente lúdica e leviana, capaz de apenas se comportar como crente de ídolos ou fã de celebridades, via de regra oriundas das elites parasitárias da comunicação e do entretenimento. Ou pior: docilizadas sob suas asas. Isso em todo um espectro político que se autoengendra circularmente por uma espécie de merecimento mútuo e vicioso das torcidas: da repaginação conservadora aos recém convertidos a uma obsoleta ex-querda cada vez mais disposta a dissipar um senso comum leniente com absurdos morais (penalmente condenáveis) em nome de confusas “causas” e genuínos credos personalistas. Em ambos os casos, os extremos postulam sociedades sem Direito, governadas por ideais de Justiça ridiculamente absolutos. 

Porém, a questão aqui é muito mais direta: o tal BLOCO NOVA DIREITA, do carnaval de São Paulo, que celebra os ignominiosos Carlos Alberto Brilhante Ustra (comandante do DOI-CODI, Destacamento de Operações de Informação – Centro de Operações de Defesa Interna) e Sérgio Fleury (Delegado do DOPS, Departamento de Ordem Política e Social). Não caberia discutir agora a glorificação acrítica do período militar ou dos grupelhos guerrilheiros (vários deles, aliás, adeptos de fascismos de esquerda e justiçamentos) ensejadores da paranoia nutrida pela pior fração das nossas Forças Armadas e repudiada inclusive por golpistas de alto escalão, como Ernesto Geisel e João Figueiredo. A Lei da Anistia, e seus desdobramentos, constitui um capítulo à parte nessa discussão, um tema delicado para historiadores, cientistas sociais, recebedores de pensões irrisórias ou indenizações milionárias e até para os engajados naquilo que Tzvetan Todorov chama de "os abusos da memória". 

A despeito disso tudo, a apologia à tortura zomba da memória das suas vítimas, além de enaltecer autores de um crime inafiançável. Trata-se, portanto, de uma aplicação simples e direta do artigo 287 do Código Penal: 

“Fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime. 
Pena - detenção, de três a seis meses, ou multa.”. 

E jamais se há de invocar a “liberdade de expressão” - essa garantia constitucional à diversidade de pensamento - em benefício daqueles que pretendem eliminá-la pela força bruta da covardia. Erra muitíssimo a Justiça de São Paulo em decidir nesse sentido. 

Prof. Marcus Fabiano Gonçalves 
UFF - Universidade Federal Fluminense


domenica 4 febbraio 2018

UESC - UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ, ILHÉUS, BAHIA



COSA DICONO GLI ALTRI E IL "NON ME NE FREGA NIENTE"

immagine by Life & Soul

COSA DICONO GLI ALTRI
E IL
"NON ME NE FREGA NIENTE"
Se ingrassi, ti giudicano. Se dimagrisci, ti credono malata. Se vesti bene, sei vanitosa. Se vesti male, sei sciatta. Se piangi, fai pena. Se dici la tua, sei arrogante. Se ti giustifichi, sei problematica. La gente sa solo criticare, quindi fregatene, rimani quella che sei e lascia che gli altri parlino....
VIVA LA LIBERTÀ: ECCO L'ANARCHISMO!

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O VOO DE GILMAR MENDES E A TURMA QUE NÃO PRESTA

O VOO DE GILMAR MENDES E A TURMA QUE NÃO PRESTA

Desculpem-me, mas vi a abordagem que passageiros de um voo fizeram contra o sr. Gilmar Mendes e, depois, continuaram quando ele chegou a Portugal. É coisa de ISIS, de lumpen, de gente que não presta, de linchadores. Em termos de civilidade essa coisa não merece senão reprimenda. Não há qualquer justificativa para descer abaixo da etiqueta e do debate civilizado (ainda que firme). O que houve ali é coisa de apedrejador, linchador e, insisto, gente que não presta!
Os que ofenderam a pessoa do sr. Gilmar Mendes são os mesmos que pediram o impeachment de Dilma, são os mesmos que mandaram a Dilma "tomá no c.", são os mesmos que repetem diuturnamente: "os presos devem apodrecer na cadeia!" e, lógico, são os mesmos que jogam seus filhos em escolas particulares, estacionam arrogantemente em fila dupla e xingam o guardinha escolar! Enfim, é gente que não presta, é a chamada "canalha" da sociedade!

NOTA MUITO IMPORTANTE 

O texto acima não ter a ver concordar, ou não, com o sr. Gilmar Mendes, enquanto Ministro do STF. Muito pelo contrário, discordo de quase tudo que ele decide, especialmente quando "faz política e politicagem" a favor do PSDB (de Aécio) e do PMDB (de Temer). Entretanto, não tenho nada a favor, ou contra, o sr. Gilmar Mendes enquanto pessoa e, sobretudo, na condição de passageiro de voo no qual eu esteja. No mundo civilizado há formas de combate, inclusive a guerra, que não permitem que desçamos aos níveis da desumanidade !

Pietro Nardella-Dellova 



venerdì 2 febbraio 2018

P A R A S H A T I T H R Ò יתרו

P A R A S H A T   I T H R Ò
... a b o u t  w o r t h y  m e n 
a n d  a b o u t  w o r t h y  j u d g e s 
a n d  u n a s s a i l a b l e  j u s t i c e ...

S h e m o t: 1 8 - 2 0

O AMAR É UMA FESTA

O AMAR É UMA FESTA 
[...] 
Amar é um estado de gratidão diante de um Keter inatingível, é um estado de bênção continuada diante do Eterno. Um estado de vigor, de cântico, de ternura – estado de vida! 
Amar duas vezes em dois mundos é um estado de renascimento! Amar duas vezes em dois mundos a mesma mulher é um estado de comunhão do homem-poeta, que ama uma mulher, que ama em dois mundos, que ama em dois mundos a mesma mulher. 
Porque há mulheres, cujo rosto ilumina! São mulheres que se reconhecem no tempo de um instante, que permanecem para sempre. São mulheres que enfraquecem querubins... 
[...] 

Pietro Nardella-Dellova, in trecho do livro A MORTE DO POETA NOS PENHASCOS E OUTROS MONÓLOGOS, Editora Scortecci, 2009, pp 69-79.

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Pintura de Iza Borgonovi Tauil, Rio de Janeiro

ORGULHA-TE PORQUE ÉS HOMOSSEXUAL!

ORGULHA-TE PORQUE ÉS HOMOSSEXUAL!
Faz cinco anos, um aluno (digo, estudante!) me procurou no intervalo. Ele pediu, muito gentilmente, para dividir um café comigo porque precisava falar e se aconselhar...
No café, então, disse-me que se sentia envergonhado por ser homossexual, que sua família o desprezava e seus colegas o humilhavam sempre. Ouvi-o atentamente, e ele falou ininterruptamente por quarenta minutos - o tempo de eu pedir três cafés! Ao final, ele parou e esperou que eu lhe dissesse algo, e eu disse:
"Meu caro, por que te envergonhas da tua sexualidade?. Ser homossexual, ao contrário, deveria ser teu orgulho, tua alegria e tua resistência! Muitos daqueles que te desprezam gostariam de mostrar o que são, mas não têm coragem. Estão presos em um abismo de repressão e de violência. Viva, e viva plenamente, tua sexualidade: é a tua liberdade, e apenas tua...Orgulha-te porque és homossexual!
Ao final, ele ficou sorridente, um tanto corado, com um ar de alegria e leveza... Terminou o curso e me encaminhou uma carta (que guardo até hoje), manifestando sua alegria e gratidão porque eu havia cruzado seu caminho como amigo e professor.
Hoje, infelizmente, recebi a notícia de que ele foi morto, violentamente, por um grupo de homofóbicos que se dizem "protetores da família". Não tenho palavras para refletir sobre isso agora, porque minha luta, durante anos, tem sido por uma sociedade plural, multifacetada, liberta, com diversidade, garantidora de todos os direitos fundamentais e, ao contrário, a cada dia tenho a sensação de derrota, de frustração e de luta em vão...
Pietro Nardella-Dellova

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AMAR EXPLÍCITO

AMAR EXPLÍCITO
Para Ensinar, Aprender e Apreender, é preciso amar. Amar a cada encontro, a pessoa de carne e ossos, alma e cérebro, emoções e experiências, que esteja ali (ali mesmo).
Sem o ato efetivo, orgasmático e público do amar, não há encontro - apenas repetição...
Não me refiro ao "amor" religioso, sacerdotal, institucional e doentio, pois este não é o amar. É apenas perversão! É desfazimento do ser! É punição! É petrificação! Refiro-me ao amar anárquico, dialógico, circular, poderoso, libertário, que rompa paradigmas e estoure o quadrado da sala de aula!
Ensinar, Aprender e Apreender, não têm a ver com o futuro, concursos, exames e outras cafonices impermeabilizantes. Têm a ver com o prazer da descoberta em si, do encontro do olhar, da identificação dos timbres de vozes, da mudança de ritmo na respiração, das palavras que criam mundos inimagináveis, do prazer real, atual, vivo: prazer de comunhão! Prazer de escândalo! Prazer de resistência! Prazer do muito bom!
Pietro Nardella Dellova, 2014

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DA MULHER, ENTÃO, AMADA

DA MULHER, ENTÃO, AMADA
Quando estou com a mulher amada, eu não a cubro, não a domino nem dela faço uso, mas me visto dela, resido nela, habito os seus interiores, passeio por ela e pelos seus íntimos versos, e com ela canto, alegro-me, danço na nudez do nosso encontro - e dela, e da sua alegria, me faço apenas gente!
[© Pietro Nardella-Dellova]




EL BESO Julio Seijas Gomes  Coruña, Spagna



OPÇÃO

OPÇÃO
A minha alma - e a minha dignidade, não me autorizam a ficar ao lado dos opressores, dos banqueiros, dos especuladores, dos racistas, dos nazistas, dos fascistas, dos machistas, dos intolerantes, dos preconceituosos, dos militaristas, dos autoritários, dos estatistas, dos direitistas, dos anti-islâmicos, dos antissemitas (e daqueles que transformaram um homem e mestre, bom e profundo, como Jesus, em uma "bosta" teológica, repressora, assassina, insuportável e sanguinária!).
Todos esses ocupam os postos dos poderes republicanos, legislando, administrando e judicando, com seus ternos e suas togas! Ocupam, também, as Salas de Aula e a Economia, com superficialidade, concurseirização, advocacialização, fakerização, idiotização e financeirização... transformando seres humanos, estudantes ou cidadãos, em números de "RA" ou em números de contas bancárias!
A minha alma - e a minha dignidade, não me autorizam a ficar ao lado desses... É uma opção, uma opção que, eu sei, faz de mim um homem pobre e quase sem pão, mas é uma opção consciente, porque venho, eu venho, de homens pobres e quase sem pão!
Pietro Nardella-Dellova

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AO ESTUDANTE DE QUALQUER FACULDADE PÚBLICA

AO ESTUDANTE DE QUALQUER FACULDADE PÚBLICA

Então, você não está em uma Faculdade pública porque é gostosão, gostosona, melhor, mais inteligente e mais competente que outros milhões. Você está, em primeiro lugar - e acima de tudo, porque não há escola pública para todos! Você não conquistou nada ao entrar em uma Faculdade pública, pois há milhões que foram roubados, excluídos e pulverizados, exatamente no "ponto de partida". Sem ponto de partida igual para todos, não há mérito algum.
Você não conquistou - os outros milhões é que foram excluídos!
Sabendo disso, e sendo estudante em uma Faculdade pública, ao menos faça valer a dor da exclusão de todos os outros, e transforme esse momento, essa experiência, em algo libertário, emancipador. Como aluno de uma Faculdade pública você tem o dever moral, ético e jurídico, de servir à Sociedade desde o primeiro dia de aula, porque é ela quem paga pela sua vaga e, ao mesmo tempo, amarga a exclusão dos próprios filhos!
Se um dia você estiver em um posto público, o que disse continuará valendo. Milhões foram excluídos para você assumir um lugar: honre a vida dos milhões, servindo-os diuturnamente! Comece desde logo, pois a cada dia haverá mais excluídos, mais roubados e mais pulverizados, enquanto você não tiver consciência - e vergonha na cara!
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NOTA NECESSÁRIA 1

Nunca agradeça a Deus por ter entrado em uma Faculdade pública, nela ficado e a partir dela se formado. Deus, se houver algum, não tem a ver com isso. Agradeça aos milhões de excluídos!

NOTA NECESSÁRIA 2

Jamais caia na estúpida empáfia de considerar-se melhor que o Estudante de uma Faculdade particular. Você não é melhor que ele. A única diferença é que ele é obrigado a pagar (e não é pouco!), tanto para você estudar como para ele mesmo, e, assim, pagando duas vezes, provar que é igual a você!

NOTA NECESSÁRIA 3

O texto acima não é para você ter remorso (ou senso de culpa) por estar em uma Faculdade pública (remorso é um sentimento teológico e romântico demais!). O texto acima é para você ter consciência e, sobretudo, responsabilidade!

[© Pietro Nardella-Dellova]

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ACERCA DE IEMANJÁ

ACERCA DE IEMANJÁ
Em 2015, quando cumprimentei meus amigos e amigas pelo Dia de Iemanjá, alguém, talvez um radical da "teologia dos versículos", tentou, pelo inbox (caixa que pouquíssimas vezes abro), uma reprimenda contra mim. Disse-me o cérebro de versículos:
"Mas, Professor Dellova, o senhor sendo Judeu fez uma homenagem para Iemanjá? É estranho, é paganismo!"
Depois de ler, respirei fundo, e lhe respondi, sem medo de perder o contato (já que amizade é outra coisa):
"Então, eu, como Judeu, não tenho nenhum problema com Iemanjá, cultos afro-brasileiros ou quaisquer outras religiões. Minha cultura (Judaica) diz respeito a mim e aos meus! O problema com Iemanjá, cultos afro-brasileiros e outras religiões, parece ser seu, exatamente seu, que pretende, unidimensionalmente, pregar a "sua" salvação ao mundo (com exclusão e extermínio de quem não lhe ouvir!)".
E o esbulhador de "inbox", "pregador", "inquisidor", babão de versículos bíblicos e "exterminador do futuro - e do presente", desapareceu da minha lista de contatos... Que alegria!
Saravá! E, uma vez mais, aos amigos e amigas: SUPER FELIZ DIA DE IEMANJÁ!
[© Pietro N-Dellova, de 2015]

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Israeli Andalusian Orchestra / El Marruecos español

sabato 27 gennaio 2018

LULA, MORO, TRF-4 E AS DÚVIDAS RAZOÁVEIS

LULA, MORO, TRF-4 E AS DÚVIDAS RAZOÁVEIS
Pietro Nardella-Dellova
Prezados amigos e amigas, é difícil o estado jurídico-político do país: "UTI"! Os acontecimentos dos últimos anos, incluindo o "Impeachment da Dilma", levaram esse "maravilhoso" país ao coma induzido (e todo coma induzido causa risco de morte!).
Disse, e repito, que não havia qualquer "crime de responsabilidade" em relação ao governo da Dilma que, fraco e miserável que fosse, não deu motivo para o "Impeachment"! O impeachment não se justifica no seu governo, mas na vontade do Congresso em retirá-la do governo, aliás, a mesma vontade que mantém Temer. O Impeachment era um risco de morte da Democracia e do Direito.
No "caso Lula" há, diferentemente do que disse o Relator do TRF-4 (Porto Alegre), não "provas razoáveis', mas "dúvidas razoáveis" quanto à prática de crime do ex-Presidente. E, por serem muitas as "dúvidas razoáveis", impunha-se a absolvição, aliás que já deveria ter ocorrido desde a Primeira Instância (Curitiba). O problema é que não é, e isso está muito claro, o fato "crime" que estava sendo julgado, mas, o fato "Lula candidato". Não precisamos de grande abstrações para entender que o processo começa no pedido de "recontagem do votos em 2014" e quer se resolver com a condenação de Lula. Fosse apenas jurídico, a "dúvida razoável" levaria a Sentença e o Acórdão ao mais básico: "in dubio pro reo"!
Não vou discutir aqui o mérito da Ação Penal, pois considero não haver mérito - há, ao contrário, dúvidas! Li a Sentença de Moro e, sem qualquer envolvimento pessoal, considero-a pobre demais. Ouvi atentamente os Votos dos Desembargadores do TRF-4 e, dado o tempo em que falou o Relator, apenas afirmou haver "dúvidas razoáveis". Não é um Voto que surge dos fatos de modo espontâneo, mas um Voto forçado. Aquele Desembargador não julgou, apenas proferiu um Voto previamente pensado. Tudo indica que o Voto nasceu antes dos fatos ao ex-Presidente imputados. O Voto do Revisor e o terceiro Voto, ambos, paupérrimos (o terceiro Voto é indigno de uma Corte colegiada). Fora disso, petistas falam como petistas, ex-petistas falam como ex-petistas e antipetistas falam como antipetistas, e tudo isso é uma concentração de gosma insuportável. Eu falo apenas como Professor de Direito - e nada mais.
Como criminoso, há muitas dúvidas razoáveis sobre a conduta de Lula (e isso o inocenta criminalmente na mais básica lição jurídica), mas não há qualquer dúvida de que ele foi (pelo que dele se esperava), um péssimo e desastroso Presidente da República (pela mais básica lição de Ciência Política). Por outro lado, como Juízes, há dúvidas, muitas, sobre a honestidade jurídica e ética de Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, e dos três Desembargadores do TRF-4. Todos eles estão, enquanto Juízes, condenados e amarrados historicamente às suas Sentenças miseráveis. São péssimos Juízes (pela lição mais básica do Direito).
Lula, que nada tem a ver com "Esquerda", e os Juízes mencionados (que, neste caso, nada têm a ver com o Direito), ajudaram a manter o país na UTI. E não há qualquer perspectiva (razoável) de que sairá dela tão cedo.
É melhor comer pipoca!
Pietro Nardella-Dellova




giovedì 28 dicembre 2017

HABANERA with the interpretation of Elīna Garanča


HABANERA
is the popular name for "L'amour est un oiseau rebelle", one of the most famous arias from Georges Bizet's 1875 opera Carmen

with the interpretation of
Elīna Garanča

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L'amour est un oiseau rebelle
Que nul ne peut apprivoiser,
Et c'est bien en vain qu'on l'appelle,
S'il lui convient de refuser.
Rien n'y fait, menace ou prière;
L'un parle bien, l'autre se tait,
Et c'est l'autre que je préfère;
Il n'a rien dit mais il me plaît.

(L'amour est un oiseau rebelle) L'amour...
(Que nul ne peut apprivoiser,) L'amour...
(Et c'est bien en vain qu'on l'appelle,) L'amour...
(S'il lui convient de refuser.) L'amour...

L'amour est enfant de bohème,
Il n'a jamais, jamais connu de loi;
Si tu ne m'aimes pas, je t'aime;
Si je t'aime, prends garde à toi! (Prends garde à toi!)
Si tu ne m'aimes pas,
Si tu ne m'aimes pas, je t'aime; (Prends garde à toi!)
Mais si je t'aime, si je t'aime;
Prends garde à toi!

(L'amour est enfant de bohème,)
(Il n'a jamais, jamais connu de loi;)
(Si tu ne m'aimes pas, je t'aime;)
(Si je t'aime, prends garde à toi!) (Prends garde à toi!)

Si tu ne m'aimes pas,
Si tu ne m'aimes pas, je t'aime; (Prends garde à toi!)
Mais si je t'aime, si je t'aime;
Prends garde à toi! (Prends garde à toi!)

L'oiseau que tu croyais surprendre
Battit de l'aile et s'envola.
L'amour est loin, tu peux l'attendre;
Tu ne l'attends plus, il est là.
Tout autour de toi, vite, vite,
Il vient, s'en va, puis il revient.
Tu crois le tenir, il t'évite,
Tu crois l'éviter, il te tient!

(Tout autour de toi, vite, vite) L'amour...
(Il vient, s'en va, puis il revient.) L'amour...
(Tu crois le tenir, il t'évite,) L'amour...
(Tu crois l'éviter, il te tient!) L'amour...

L'amour est enfant de bohème,
Il n'a jamais, jamais connu de loi;
Si tu ne m'aimes pas, je t'aime;
Si je t'aime, prends garde à toi! (Prends garde à toi!)
Si tu ne m'aimes pas,
Si tu ne m'aimes pas, je t'aime (Prends garde à toi!)
Mais si je t'aime, si je t'aime
Prends garde à toi!

(L'amour est enfant de bohème,)
(Il n'a jamais, jamais connu de loi;)
(Si tu ne m'aimes pas, je t'aime;)
(Si je t'aime, prends garde à toi!) (Prends garde à toi!)

Si tu ne m'aimes pas,
Si tu ne m'aimes pas, je t'aime (Prends garde à toi!)
Mais si je t'aime, si je t'aime
Prends garde à toi! (Prends garde à toi!)